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quarta-feira, 4 de abril de 2018

Eucaristia ou Santa Ceia? Hóstia ou Pão? Suco de Uva ou Vinho? e Porque isso?


Isso é coisa da Igreja Católica! é o que geralmente escuto, ou aparece alguns mais discretos e perguntam: Por quê não usar pão e suco de uva?
Eucaristia em grego: εὐχαριστία significa: "reconhecimento", "ação de graças" é uma celebração da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Também é denominada de Sagrada Comunhão, Santa Ceia do Senhor, a Refeição Noturna do Senhor e a Celebração da Morte de Cristo. Santa Ceia ou Eucaristia, o significado é o mesmo. Levar a igreja de Cristo a lembrar do sacrifício de Cristo por nós. Um momento especial onde celebramos com gratidão a Deus pela salvação.

Primeiro, é bom que esclarecer as nomenclaturas Santa Eucaristia e Santa Ceia. "Pois recebi do Senhor o que também lhes entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, tendo dado graças, partiu-o e disse: "Isto é o meu corpo, que é dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim". Da mesma forma, depois da ceia ele tomou o cálice e disse: "Este cálice é a nova aliança no meu sangue; façam isto, sempre que o beberem, em memória de mim". Porque, sempre que comerem deste pão e beberem deste cálice, vocês anunciam a morte do Senhor até que ele venha." 1 Coríntios 11:23-26. 


A Igreja Católica, considera a Eucaristia que na Santa Ceia acontece a transubstanciação é o momento em que o sacerdote repete as palavras de Cristo (1 Coríntios 11:23-26).  "Isto é o meu corpo", "isto é o meu sangue". Acredita-se que o pão e o vinho são "transformados" no Corpo e no Sangue de Cristo, apesar de continuar vendo pão e vinho o católico crer no mistério da transformação.
A Igreja Evangélica realiza a Santa Ceia do Senhor, mas algumas denominações apegam-se a à frase: "fazei isto em memória de mim", não se crê na transubstanciação, mas é apenas um memorial, simbolismo, geralmente usa-se suco de uva. 

Para a Igreja Episcopal Carismática, fazer memória não significa apenas recordar o passado, mas atualizar, tornar presente a Ceia que Jesus celebrou com seus discípulos. Não cremos na transubstanciação mas acreditamos no mistério que algo físico influência o espiritual. 

Pão ou Hóstia? Hóstia palavra que vem do latim (hostia) quer dizer vítima. A Igreja primitiva teve o entendimento de usar este nome para o pão, referindo-se a Jesus, que se deixou imolar, ser vitima para a nossa salvação.

A hóstia (ou partícula), é um pão sem fermentação e cortado forma regular (circulo). Antes no começo da Igreja, era feito de forma artesanal cortados a mão, algumas denominações permanecem com esta tradição. Hoje já existem máquinas que fazem todo esse trabalho.

O que é interessante ressaltar é que a Hóstia utilizada na Igreja Episcopal, faz referência ao pão ázimo da ceia dos judeus antes da libertação.

No período de escravidão no Egito, o povo Hebreu (Judeu), naturalmente tinha costumes diferentes dos de hoje. As mulheres judias faziam o pão e colocavam para fermentar durante a noite. Porém, na noite em que o povo foi liberto através de Moisés, tiveram que deixar o Egito rapidamente, meio que às pressas, e não daria tempo do pão fermentar e por isso, foi levado sem fermento (chamado de pão ázimo, ou asmo). A partir desse episódio, todos os anos o povo Hebreu comemorava a libertação da escravidão do Egito com uma festa. (A Páscoa Judaica) e nessa comemoração, comiam o pão sem fermento.

Jesus, que era judeu estava comemorando a Pascoa, que para os Judeus é o memorial do agir sobrenatural de Deus sobre a libertação das mãos de faraó, Jesus participou de todo o ritual, mas acrescentou a "nova aliança", modificou o significado, foi quando Ele instituiu a 
Eucaristia (ou Santa Ceia do Senhor) junto com seus doze apóstolos, comeu o mesmo pão sem fermento e bebeu o vinho, dizendo que aqueles representavam seu corpo e seu sangue...

Por esse motivo, lembrando a libertação (física e espiritual) a Igreja Episcopal utiliza a hóstia (pão sem fermento) e o vinho, da mesma forma que o Nosso Senhor Jesus, utilizou!
Algumas Paróquias atualmente estão utilizando o suco de uva integral sem diluição, pensando nos irmãos que um dia foram escravos do alcoolismo. Entendendo que a Ceia é um ato de gratidão, como também é uma aliança espiritual. Então não faz sentido um sacramento trazer desejos que levem o irmão a pecar. A Eucaristia deve nos aproximar de Deus e não do pecado.

Após a Reforma Protestante surgiu um idealismo onde devemos abandonar toda a tradição, liturgia ou qualquer coisa que se assemelha a Igreja Católica. Por isso substituiu a hóstia (ou partícula) por pão normal cortado em pequenos pedaços, e o cálice abolido de vinho, trocado pequenos copos com suco de uva. Trazendo apenas a referência de memorial, não mais um ritual, uma aliança...

Infelizmente a maioria das Igrejas Evangélicas no Brasil, abominam a hóstia e o vinho, por não conhecerem a historicidade do Cristianismo e da Santa Ceia do Senhor. "Meu povo foi destruído por falta de conhecimento..." Oséias 4:6

A grande tristeza é que os Evangélicos estão mais preocupados em ser diferentes na aparência e nas liturgias pseudo "católica", mais do que servir a Deus conforme as Escrituras Sagradas e as tradições da Igreja Primitiva.
Vale salientar que a Igreja Episcopal Carismática do Brasil é uma Igreja Genuinamente Evangélica, mas a forma de ser não é engessada, somos livres! Entendemos que a liturgia da Igreja é para servir ao povo, não o povo servir a liturgia, por isso podemos utilizar o pão ou não, hóstia ou não, vela ou não, vinho ou suco de uva... entendendo as necessidades da Igreja no culto ou algum evento.

Somos assim: Damos a segunda chance, exercemos a misericórdia, não subestimamos as forças do mal, somos autênticos, cometemos erros, pedimos perdão, oferecemos abraços, experimentamos o que é pertencer a família de Deus e nós nos amamos.


Marcel RMSS

segunda-feira, 2 de abril de 2018

E se Pastor pensasse igual a "igreja"?


Constantemente vejo o lamento, comentários e até reclamações de pastores e líderes refente a Igreja no qual faz parte. Não algo é denominacional, mas bem generalizado. Absorvi alguma conversas, percebi algumas frustrações, vi alguns sofrimento e acabei escrevendo este texto. Sem intensão de machucar, Escrevi este texto pensando em Igreja não é o corpo de Cristo como a Bíblia fala. Mas a instituição, o povo, uma comunidade. Leia e medite, se o Pastor/Bispo/Apostolo etc. pensasse Igreja a igreja... 


1.    Não vou mais liderar a Igreja, pois só existem pessoas falsas!
2.    Não vou mais a Igreja, pois o povo reclama muito do som/louvor da igreja. Nunca agrada ninguém.
3.    Celebrar 02 horas de Culto de que adianta se ninguém aprende nada. Não quer mudar de vida!
4.    Estudar? Pregar? Ministrar? Pra que? Se ninguém presta atenção mesmo?
5.    Porque vou me preocupar com a Igreja se ele(a) constantemente vai em outra Igreja e para ser confortado/confrontado.
6.    Estudos, cursos, seminário para que? Se a Igreja não lê a Bíblia!
7.    Investir mais em missões? Como se a Igreja não é ofertante e dizimista fiel?
8.    Vou fechar o prédio da Igreja... doar tudo para os pobres, vai ser bonito e meses depois eles vão continuar pobres, mas teremos uma publicidade boa!
9.    Vou cortar os louvores e a Palavra, fazer só uma oraçãozinha mesmo. A Igreja sempre chega atrasada e quer sair mais cedo mesmo!
10.  Minha família precisa de mim, não tenho tempo para a Igreja... por isso não teremos Culto hoje.
11.  Não preciso de membros na Igreja. Se para ser Igreja não precisa congregar então para ser Pastor não precisa de Igreja...
12.  Vou abandonar os sermões, falar das novelas e filmes! A Igreja sempre reclama que não entende a Bíblia.
13.  Vou trazer reflexões com base em Harry Potter, A Cabana, 50 tons de cinzas e outros livros da moda. Pois a Igreja só lê ou assiste isso mesmo!
14.  Não vou mais fazer convivências para interação e comunhão da Igreja. Porque existe muitas panelinhas na Igreja.
15.  Não vou mais batizar ou receber ninguém como membro na Igreja. Até porque a Igreja sempre discorda com a teologia e a doutrina da denominação e do pastor mesmo.
16.  Não conduzir as celebrações, pois a Igreja é sedentária e se quisesse fazer exercício (“vamos ficar de pé, podei sentar, fiquemos de pé, pode sentar-se etc) iria para a academia e não para a Igreja.
17.  Fechar a Igreja, pois a Igreja sempre encontra um culto melhor, uma palavra mais edificante ou um louvor com mais unção na internet.
18.  Nunca visitou ou ligou para o pastor. Sinal de que não sou amado pela igreja. Não se importam comigo!
19.  Como todo mundo esta cansado do trabalho e tem suas prioridades não teremos mais cultos durante a semana.
20.  “15 anos, Casamentos, formaturas, funerais, aniversários, recebi uma visita”... se essas desculpas servem para você não ir ao Culto, também serve para não abrir a Igreja!
21.  Domingo foi o ultimo dia das atividades no departamento infantil. Pois nunca a estrutura da Igreja está ideal para os seus filhos.
22.  Pra quê avisar que o Culto de hoje foi cancelado? A Igreja nunca vai mesmo e nunca explica os motivos!
23.  Não tenho tempo para abrir a Igreja. O Pastor precisa trabalhar e o tempo que sobra ele dedica-se a família e o que resta disso reserva para oração. Sinto muito!
24.  Vou tirar um mês de férias viajando e vou fechar a Igreja sem avisar! A Igreja sempre faz isso nas férias e o pastor não pode falar nada, porquê o pastor também não pode fazer isso?
25.  Como a Igreja afirma constantemente que o sistema religioso aliena as pessoas. Vou começar a transmitir no telão da Igreja o programa do “Faustão” ou fazer transformar a Igreja em cinema ou casa de eventos. Vai ser mais legal!

É incoerente? Mas geralmente tem sido a atitude da Igreja constantemente. Pastor também é ovelha, tem sentimentos, sofre, cansa, entristece, precisa de oração e ação. O ser humano foi feitos por Deus para viver em comunidade, nunca sozinho!

Não abandone sua comunidade, não abandone seu líder, converse, abra o jogo, mas seja coerente, do outro lado tem outro ser humano te escutando. Que muitas vezes perde noite de sono orando por você, investe tempo estudando a Palavra para ter um sermão de qualidade e que procura “criar” eventos e movimentos afim de te fazer crescer espiritualmente.

Pastor é gente, Pastor é ovelha... cuide dele também!


Marcel RMSS

quarta-feira, 28 de março de 2018

SEMANA SANTA

As Igreja históricas tem mantem a tradição da semana Santa, também chama de Semana da Paixão, onde contam toda a história de Cristo, principalmente a ultima semana antes da ressurreição.

DOMINGO DE RAMOS - Começa a Semana Santa, dia em que se comemora a entrada de Jesus em Jerusalém. Nos dias de hoje, os fiéis levam para a igreja ramos, a fim de relembrar a entrada triunfal de Cristo em nossas vidas!

SEGUNDA-FEIRA SANTA - Neste dia, se reflete o momento de descanso e coinonia de Jesus, na casa de uma família que Lhe era muito estimada, a casa de Seu amigo Lázaro (a quem Ele havia ressuscitado), e de Marta e Maria Madalena. (Jo 12, 1-11).

TERÇA-FEIRA SANTA - É o dia, em que com grande tristeza, Jesus anuncia a Sua morte, causando grande sofrimento aos Seus discípulos. Anuncia também a traição e indica o traidor.

QUARTA-FEIRA SANTA - É o 4º dia da Semana Santa, no Evangelho deste dia, é-nos apresentada a traição de Judas, descrevendo-nos como este foi ter com os chefes dos sacerdotes, a quem se ofereceu para trair Jesus. Aceita assim, trinta moedas de prata como recompensa da sua traição.  (MT 26,14-25).

QUINTA-FEIRA SANTA - É o dia da Última Ceia de Jesus Cristo com Seus Apóstolos, onde Jesus humildemente lavou os pés dos Seus 12 discípulos. É no momento do lava-pés que Judas Iscariotes sai, para entregar Jesus em troca das 30 moedas de prata (Jo 13,1-15). Foi aqui, que Nosso Senhor Jesus Cristo instituiu a Santo Eucaristia como Sua eterna memória, e em Seu último discurso, encorajou os discípulos a amarem-se uns aos outros. Depois Jesus dirigiu-se ao monte de Getsêmani, tomou Consigo três discípulos, e começou a Sua agonia nos jardins, onde foi preso pelos judeus.
É nesta noite que Jesus é preso, interrogado e ao amanhecer de sexta-feira, açoitado e condenado. A Igreja inicia a vigília da Paixão, relembrando os sofrimentos começados por Jesus nesta noite.

SEXTA-FEIRA DA PAIXÃO - Relembra o dia em que Nosso Senhor Jesus Cristo é crucificado (após sua prisão, Jesus é julgado e açoitado; recebe a coroa de espinhos na cabeça; é levado à presença de Pilatos, e depois de condenado, carrega a Sua própria cruz até ao monte Calvário; ao meio-dia é crucificado entre dois ladrões e por volta das três da tarde, Jesus morreu... o Seu corpo foi depois retirado da cruz e colocado num sepulcro cavado na rocha. Neste dia, costumamos praticar o jejum em sinal de rendição e respeito pela morte de Jesus Cristo. 

SÁBADO DE ALELUIA - Jesus permanece no sepulcro. Na Vigília Pascal, os fiéis ainda estão à espera, na esperança da ressurreição. Neste dia, inicia-se a Vigília Pascal, ao final do dia, e termina com o amanhecer da Páscoa. 

DOMINGO DE PÁSCOA - Dia da ressurreição, onde Jesus se levanta de Sua sepultura e vence a morte. É o dia de festa! Alegria! Nem a morte pode deter o nosso Mestre! O dia em que Cristo volta à vida através da Sua Ressurreição de entre os mortos. 
Celebramos o dom da  Vida, a nossa libertação,  o Amor e a Misericórdia de Deus por nós!

Mesmo sem merecer, sem entender, Ele ama e continua amando!
A Semana Santa é uma história de amor, um amor puro, com melhor dos interesses... nos Salvar!
O autor da história (Deus), o ator principal (Jesus) e o intérprete (Espírito Santo) ama você! Permita viver este sublime amor!!!

quarta-feira, 21 de março de 2018

Cores Liturgicas

Constantemente recebo perguntas sobre as cores dos paramentos do Altar. Porque Verde? O roxo é ais bonito! Coloca vermelho... é marcante! Mas os paramentos do altar e suas cores não são só para embelezar o Altar do Senhor, tudo tem um significado! 

As cores utilizadas nos paramentos do Altar não tem um referência Bíblica e sim referência histórica. Acredita-se que o uso das cores litúrgicas teve início por volta do século VIII, quando percebeu que a Igreja poderia dar mais enfase nos simbolismos.

A Igreja quis comunicar as datas marcantes do Cristianismo através das cores litúrgicas, montando assim o calendário litúrgico.

Vejamos um pouco sobre as cores utilizadas nas vestes do clero e altar do Senhor:
  • O Branco - simboliza a pureza, graça, alegria, vitória, ressurreição. É utilizado na Páscoa, no Natal e nas celebrações festivas e sacramentais como: Batismo e Casamento. Utilizada também nos Cultos em ação de Graças, funeral (agradecendo pelo dom da vida) etc.
  • O Vermelho - simboliza o fogo do Espírito Santo, o sangue dos mártires. É utilizado no domingo de Pentecostes, na sexta feira da paixão e nas celebrações sacramentais de Sagração, Ordenação e Confirmação.
  • O Roxo - significa a penitência, introspecção, a serenidade, esperar a promessa cumprir-se (advento e quaresma). É utilizado no Advento, na Quaresma, em momentos funerais como sepultamento e culto em memória.
     
  • O Verde - É a cor da esperança da vida, do crescimento. É utilizado no chamado tempo comum. É a cor mais utilizada no ano litúrgico. Pós Pentecostes, onde celebramos o agir do Espírito Santo de Deus no meio de povo, capacitando e enviando para alcançar vidas.

segunda-feira, 19 de março de 2018

O QUE SIGNIFICA O NOME DA IGREJA EPISCOPAL CARISMÁTICA?

O Nome da nossa Igreja é bem diferente das demais denominações cristãs. Mas afinal o porque esse nome todo? Igreja Episcopal Carismática? Vamos entender! 

Igreja - significa um grupo de pessoas que se reúnem com mesmo proposito, adorar a Deus. No contexto Bíblico igreja somos nós (templo e morada do Espírito Santo).

Episcopal - Vem da palavra grega "Episcopos" que quer dizer inspetor ou superintendente. Que é traduzida como BISPO. Assim, o Bispo é um sacerdote que supervisiona outros. Sua jurisdição é composta por um grupo de Paróquias (Igrejas) chamado de Diocese. 

Outras denominações também segue este sistema de governo Episcopal. Igreja Anglicana, Metodista, Católica Romana, Ortodoxa, pois são governadas por uma Bispo. Nos últimos anos surgiram outras Igrejas que tem a forma de governo parecida com a nossa, a exemplo da IURD - Igreja Universal do Reino de Deus, Bispo Edir Macedo como seu líder máximo. Mas a IECB não deve submissão e não tem nenhum vínculo com outra denominação. 

Carismática - provém da palavra do grego "Charisma", a qual é traduzida, na maioria Novo Testamento como "dom". Uma Igreja carismática é uma Igreja que acredita e pratica os dons e fruto do Espírito Santo. 

Cremos que o Espírito Santo de Deus deseja agir em nós através dos Dons do Espírito Santo para edificar a sua Igreja, como descrito em Atos 2. 


Um Cristão Carismático está subordinada a quatro coisas: 
  1. Ensino Apostólico - devemos proclamar o ensino continuado dos Apóstolos, como encontramos no Novo Testamento.
  2. Pregação Bíblica - precisamos pregar a fé histórica dos apóstolos como se encontra nas Escrituras;
  3. Adoração Histórica - desde os dias dos apóstolos, a adoração dos cristãos está centrada na Ceia do Senhor. Após a Reforma protestante, outro tipo de adoração veio a acontecer e causou uma significativa mudança. Mas, adoração não se dá através de uma liturgia, cantando hinos ou lendo orações. Adoração é o oferecimento das nossas vidas ao Senhor em resposta a Ele;
  4. "Experiência Carismática" - uma coisa é sermos apostólicos em fé e doutrina, outra, é sermos apostólicos em vida e experiência. 

Uma Igreja Carismática tem quatro marcas: 
  1. É uma Igreja de adoração. O Espírito Santo abre nossos olhos para entendermos quem é Jesus e nos dá o desejo de adorá-lo;
  2. É uma Igreja de ensino. Devemos adorar a Deus não apenas em espírito, mas em verdade. Jesus disse: "O Espírito Santo os guiará em toda verdade" (João 16:13) 
  3. É uma Igreja que cuida e que ama. O Espírito de Deus outorga a nós o fruto Espírito, descrito em Gálatas 5 e 6. 
  4. Finalmente, a Igreja Carismática será sempre uma Igreja que serve. Não somos chamados para sermos senhores do povo, mas para sermos servos. Jesus, Ele próprio, deixou de lado seus direitos, tomou uma toalha e passou a lavar os pés dos seus discípulos (João 13).
Assim, uma Igreja Carismática adora, ensina, ama e serve. Seus membros se oferecem ao Senhor reconhecendo que não possuem em si nenhum merecimento, a não ser pela Graça de Deus. Apenas a Igreja que confia na Graça do Senhor é, verdadeiramente, CARISMÁTICA.