sábado, 20 de junho de 2015
domingo, 7 de junho de 2015
Oração
A conversão de Saulo de Tarso foi tão inesperada que quase ninguém ainda acreditava, mas Deus disse a Ananias: “Dispõe-te, e vai à rua que se chama Direita, e, na casa de Judas, procura por Saulo, apelidado de Tarso; pois ele está orando” (Atos 9.11). Ananias foi e encontrou Saulo em oração. O mesmo deve ser dito de nós. Devemos ser conhecidos como pessoas de oração.
Neste ano, um dos propósitos da Igreja, é Oração. Daí, termos um grupo de Oração, realizarmos vigílias de oração todo mês e lutar em oração, por uma vida cheia do Espírito Santo, frutificando para o Reino de Deus.
A oração que chamamos de oração do Senhor foi dada em resposta ao pedido dos discípulos, que disseram: “Senhor, ensina-nos a orar” (Lc 11.1). Este deve ser o desejo do coração de cada crente. “Senhor, ensina-me a orar”. A oração eficaz não deve apenas ser o nosso desejo do coração, mas uma característica que define a nossa vida. Vejamos alguns exemplos Bíblicos de homens que oraram e mudaram a situação. Elias orou e o fogo desceu do céu e queimou todo o holocausto; o resultado, foi: “O que vendo todo o povo, caiu de rosto em terra e disse: O senhor é Deus! O Senhor é Deus!” (1 Rs 18.39). Antes, Elias havia orado para que não chovesse em Israel e por três anos e meio, não caiu uma gota de chuva na terra de Israel, no tempo do rei Acab. Após o desafio que ele fez no Monte Carmelo, orou novamente e uma nuvem do tamanho da palma da mão de um homem, trouxe torrencial chuva que inundou a terra (1 Rs 18.41-45). Josué, foi outro homem que orou, diante de situação difícil e Deus atendeu a sua oração, fazendo algo inusitado: O sol parou por quase um dia todo: “… Sol, detém-te em Gibeão e tu, lua, no vale de Aijalom. E o sol se deteve, e a lua parou até que o povo se vingou de seus inimigos. Não está isto escrito no Livro dos Justos? O sol, pois, se deteve no meio do céu e não se apressou a pôr-se, quase um dia inteiro” (Js 10.12-13). Estes dois exemplos são suficientes, para que cultivemos uma vida intensa de oração. Paulo disse: “Orai sem cessar” (1 Ts 5.17). Nossa vida de oração deve ser constante e contínua. Oremos com fervor e veremos os resultados.
O próprio Jesus que, embora Deus era também homem, cultivou uma vida de oração. Começou seu ministério em oração e jejum e orava sempre, para se fortalecer contra as investidas do diabo. Da mesma maneira, devemos orar, para vencermos as dificuldades do “Dia mau”, que sempre nos acompanha e persegue. Oremos mais, jejuemos mais, vigiemos mais e assim, seremos vencedores por Cristo.
terça-feira, 5 de maio de 2015
sexta-feira, 1 de maio de 2015
Eu Sou o Pão da Vida
"Eu Sou o Pão" João 6:48
Se
existe um alimento conhecido e consumido em quase todos os lugares do mundo, é
o pão. Provavelmente você deve ter comido pão hoje. O pão é fabricado a partir da farinha, amassada, fermentada e cozida no forno. As farinhas mais utilizadas
são as de trigo, centeio e milho, originando diferentes tipos de pão segundo as
misturas feitas e o grau de peneira das farinhas.
Esse alimento é um
excelente fornecedor de fibra, de alguns minerais (ferro e cálcio) e vitaminas
(complexo B) e, principalmente, hidratos de carbono complexos, necessários para
fornecer energia e manter o bom funcionamento do organismo.
Devemos
atribuir aos antigos egípcios a primazia no uso do fermento para a fabricação
do pão.
Na
Bíblia, a palavra PÃO (em hebraico = lechen) é muito mencionada e significa, em
termos gerais, “alimento” ou “sustento”. Esse vocábulo aparece mais de 280
vezes no Antigo Testamento, desde Gênesis 3:19 até Malaquias 1:7. No Novo
Testamento, o termo grego usado para pão é ártos e ocorre 97 vezes, desde
Mateus 4:3-4 até Apocalipse 20:2. O pão fazia parte da alimentação diária dos
antigos.
Por
exemplo:
·
Sara apressou-se para preparar pão aos
visitantes (Gn 18:1-6).
·
Aos trabalhadores no campo, o pão era
dado como alimento (Rt 2:14).
·
Nas campanhas militares, servia-se pão
também aos soldados (1Sm 16:20).
·
Os viajantes levavam pão para as viagens
(Gn 21:14; 45:23; Jz19:19).
·
Jesus multiplicou pães e peixes (Mt
14:13-21).
·
Era costume do líder ou do chefe de uma
família iniciar a refeição tomando um pão e dando graças ao Senhor. Em seguida,
ele partia o pão e o distribuía entre os membros de sua família, algo que foi
imitado por Jesus na cerimônia da Ceia (Mt 26:26).
No capítulo 6 do
evangelho de João, Jesus faz uso de um simbolismo, identificando-Se com a
necessidade humana do alimento chamado pão e conectando essa necessidade física
com a necessidade espiritual da força, do ânimo, da Sua presença e proteção
constante sobre nós. Então, Ele declara solenemente e com toda a autoridade que
lhe convém:
Ø “Eu
sou o Pão da Vida” (João 6:48).
Ø “Eu
sou o Pão que desceu do Céu” (João 6:51)
Nesses dois textos e
no restante do capítulo, Jesus usa a figura, o quadro, a ilustração de comer e
beber, para representar o tipo de amizade e estreitamento que Seus filhos, os
cristãos sinceros, devem desfrutar. Quando cremos e recebemos as palavras do
Senhor Jesus como alimento físico, elas se convertem em uma parte de nossa vida
espiritual, trazendo luz, paz, esperança e gozo, fortalecendo a alma, assim
como o alimento material fortalece o corpo. Não é suficiente conhecer e
respeitar as palavras das Escrituras. Devemos penetrar na compreensão das
mesmas. Devemos estudá-las ardentemente, comendo e digerindo o Pão da Vida,
revelando assim um caráter simétrico ao mundo (Hb 5:12).
Quando
os homens se submetem inteiramente a Deus, comendo o Pão da Vida e bebendo a
Água da Salvação, crescem em Cristo. Seu caráter se compõe do que a mente come
e bebe.
Eis
alguns dos maiores desafios que precisamos transpor nos dias em que vivemos:
·
Um desejo profundo pelas palavras de
Cristo;
·
Um tempo maior com estas palavras;
·
Um conhecimento mais profundo das
Escrituras;
·
Mais Bíblia em nossa vida, e
consecutivamente teremos mais de Cristo também.
Encorajo você a
acrescentar em sua “dieta espiritual” mais deste Pão, o Pão do Céu, o Pão da
Vida: Jesus Cristo. Ele é o caminho certo para a sua Salvação. O alimento certo
para sua Alma!
Marcel RMSS
segunda-feira, 27 de abril de 2015
Eu Sou a Luz do Mundo
A nossa família tem o costume de viajar durante o
dia, principalmente bem cedinho! Pois para onde formos chegaremos cedo, ou a maior parte da viagem será iluminada pela luz do sol! Existem perigos que naturalmente surgem durante o período escuro do dia.
Da mesma forma, o ser humano corre riscos no que se refere às trevas espirituais e morais. Hoje vamos meditar um pouco que fala de Luz: “Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá luz da vida”.
I - EXPLICAÇÃO DE JOÃO 8:12
a. Nessa passagem, Jesus faz Sua afirmação fundamental: “Eu sou a luz do mundo”. E é muito provável que o ambiente no qual Jesus pronunciou essa frase a tenha feito particularmente eloquente e impressionante.
b. João relaciona esses discursos e discussões com a festa dos tabernáculos (João 7:2).
c. Nela, temos as afirmações de Jesus a respeito de que Ele daria aos homens a água viva.
d. Mas havia outra cerimônia relacionada com essa festa. No entardecer do primeiro dia da festa, havia uma cerimônia chamada a Iluminação do Templo. Acontecia no pátio das mulheres.
e. O pátio estava rodeado por profundas galerias, construídas para dar localização ao público.
f. No centro do pátio, preparavam-se quatro grandes candelabros.
g. Quando chegava o anoitecer, os candelabros eram acesos.
h. E, conforme se contava, os candelabros enviavam um resplendor tão claro por toda a Jerusalém, que todos os pátios da cidade ficavam iluminados por seu brilho.
i. E depois, durante toda a noite, até o cantar do galo na manhã seguinte, os homens mais destacados, mais sábios e mais santos de todo o Israel dançavam perante o Senhor.
j. E entoavam salmos de alegria e de louvor a Deus enquanto o povo os observava.
k. De maneira que, durante a festa dos tabernáculos, o resplendor das luzes do templo iluminava a cidade e transpassava a escuridão de suas praças, pátios e ruas.
l. O que Jesus diz é o seguinte: “Viram que o resplendor das luzes do templo atravessa a escuridão da noite”.
m. Eu sou a Luz do mundo – para o homem que me seguir, haverá luz, não só durante uma noite de festa, mas também durante todo o trajeto de sua vida.
n. A luz do templo é brilhante, mas ao final se debilita e desaparece. Eu sou para os homens a luz que permanece para sempre.
II - O QUE APRENDEMOS DESSA PASSAGEM BÍBLICA?
1. Jesus Cristo é a verdadeira luz.
a) A humanidade teve grandes figuras cheias de sabedoria, verdadeiros gênios, porém ninguém como Jesus. (Sócrates, Platão, Nilton, Santos do Dumont, Robert Kahn – internet, Thomas Edison – Lâmpada)
b) Cristo é luz não emprestada, não derivada. Ele é a fonte da luz.
c) Como o Sol, o Senhor Jesus não reflete a luz de outrem. Ele é a luz e ponto final.
2. A luz nos traz segurança.
a) A noite é um tempo de perigo. Os ladrões geralmente vêm à noite. A luz do dia nos dá uma liberdade de movimento que não temos nas trevas. (não enxerga)
b) Da mesma forma, Jesus disse que quem o segue não andará em trevas. Isto quer dizer que essa pessoa terá segurança em cada passo que der na vida.
3. A luz elimina a ignorância.
a. O que podemos ver quando estamos no escuro? Nada!
b. Mas quando a luz surge, nossa visão muda! (totalmente). Aquilo que estava envolvido nas trevas vem à tona como realmente é. Tudo se esclarece.
c. Assim, diante da luz (Jesus), nossa vida muda. Até a percepção que temos de nós mesmos se transforma.
d. Nossos desejos e interesses passam a ser outros.
e. Olhamos a vida de uma forma nova e diferente e lembramo-nos do passado com um espírito de amor e perdão.
4. Jesus, a luz, é também vida.
a. O texto fala de “luz da vida”. Sem vida, não existe nenhuma luz.
b. Deus é o Pai das luzes desde a menor até a maior, seja física, mental ou espiritual.
c. O seguidor de Cristo tem a luz dEle, que é a vida.
d. Essa luz produz vida e a mantém. A vida no seu melhor sentido, que a vida com Deus.
5. A luz é para ser anunciada.
a. Se Cristo é a vida, se Cristo é a luz da vida e, se com Cristo, as trevas morais e espirituais são dissipadas, temos que anunciar isso.
b. Por isso Jesus disse: “Vós sois a luz do mundo”.
Conclusão:
a. A luz de Cristo não se apaga com os tufões, chuvas, nem apagões da vida.
b. Essa luz não desgasta com o tempo. O combustível que a mantém acesa provém da eternidade. É, portanto, luz que jamais se apaga.
c. Antes de Deus criar o mundo, o que havia era o caos. Mas, para provar que caos e Deus não combinam, a primeira coisa que Deus criou foi a luz: “Disse Deus: Haja luz; e houve luz” (Gn 1:3).
d. Começa-se dizendo que Deus criou a luz. A Bíblia termina dizendo que a luz de Deus tem duração eterna: “Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles[...]” (Ap 22:5).
e. Você já pode dizer “o Senhor é a minha luz”?
f. Jesus não é apenas a luz do mundo. Jesus precisa ser a minha e a sua luz. Provamos isso brilhando por Ele.
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